Não penso sequer na vida, porque eu sei que no calor de uma mentira, se escapa o sorriso, á quem diga que quem esquece a dor, a saudade é o maior castigo. No acaso de ele não voltar, foi por mim que ele passou, fui eu quem o amou e foi a nós a quem o azar calhou... num desespero que se escuta alto, explico a verdade, porque não te falto, e talvez esquecida alguém me ouvirá dizer que se a saudade é muita então eu sofro demasiado!
O Mundo não é um sitio perfeito para nós, e em cada beco por onde me vou perder, vou sentir o barulho do eco na minha voz, dizer que acredito que seja onde for nos vamos voltar a ver.
Ficou o dito por não dito. Não ficou nada por dizer.
Faltou a promessa. Se fosses como o vento, amar-te-ia depressa...
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